É como uma praga, uma erva daninha
Que cresce sem que ninguém a veja
E de repente, lá está...
Você está lá, em algum lugar, em algum momento
Você cresce de novo
Já não é o mesmo, nem faz mais sentido
Mas está lá
Ocupando espaços, trazendo lembranças
E eu observo à distancia
Onde é seguro olhar, lembrar
Eu não o conheço, não o reconheço
Mas de algum modo está lá.
segunda-feira, 22 de novembro de 2010
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